Após a derrota do Palmeiras frente ao Fluminense por 3 a 0, no Rio, em partida válida 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, o goleiro e capitão Marcos, do Verdão, desabafou e criticou a postura dos jogadores em campo, afirmando que a equipe merecia ocupar a 5ª colocação, fora do G4, naquela oportunidade. Isso causou um certo mal-estar no grupo, e provocou réplicas de atletas como Roque Júnior e, principalmente, Diego Souza. Mas quem mais se incomodou com isso tudo foi o técnico Vanderlei Luxemburgo.Luxemburgo fez duras críticas ao camisa 12 palmeirense em razão desses desabafos, já rotineiros quando o Palmeiras sofre alguma derrota mais feia. Entre as colocações feitas por Luxa, a que mais chamou a atenção foi a em que ele compara as atitudes de Marcos com as de Rogério Ceni, também goleiro e capitão do rival São Paulo.
- Atitude de capitão é aquela do Rogério Ceni, que estava machucado e pagou com dinheiro do próprio bolso a passagem de avião para apoiar a equipe em um jogo fora de casa (na vitória do São Paulo por 3 a 1 diante do Ipatinga, no último dia 4 de outubro, em Minas). O Marcos, como capitão, pode falar que o time perdeu por falta de vibração, de sentimento, mas precisa preservar o grupo.
Mesmo com esses desentendimentos, jogadores e comissão técnica afirmam que não há elenco rachado, e que o alviverde segue na briga pelo título nacional de 2008, cujo campeonato tem como líderes Grêmio e São Paulo atualmente.
Aos ouvintes da Excelsior Brasil leitores do meu blog, um respeitoso abraço!
Um comentário:
Luxemburgo foi infeliz. Com o Marcos, no Palmeiras, nem ele pode. O arqueiro é, ao lado de Ademir da Guia, o maior ídolo da história do clube. É o único que pode falar o que bem entende. Ele, ao contrário dos demais - inclusive do senhor Luxemburgo -, ama o Palmeiras. O titular absoluto do selecionado nacional campeão mundial em 2002 é, por certo, a voz mais forte e respeitada do Palmeiras. Luxemburgo precisa entender que, com o Marcão, nem ele (pasmem!) pode. A sorte dele é que o santo do Palestra não é arrogante, tampouco rancoroso. Ao contrário de uns e outros, não se sente o dono do time, muito embora poderia sê-lo. Diego Souza ousou a retrucar Marcão, e fora duramente vaiado ao deixar o gramado na vitória do Palmeiras ante o Goiás, no Parque Antártica. Luxa, cala-te!
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